
Enquanto o tempo passa e penso já ser transparente, me deparo com questionamentos, que demonstram o quanto ainda insistes em não me ler.
A verdade é que sim, me lês quando queres, quando estás aberto, quando estás fora de sintonia com o seu mundo e em sintonia com o meu coração. Porém, por vezes, optas por não ler-me, não enxergar-me e pior, fechar-me e colocar-me na estante e deixar com que a poeira me cubra, até que eu resolva me sacudir. Não, não. Não sou um livro, mas tenho linhas, entrelinhas, tenho páginas. Aliás as mais sensíveis, as que afloram amor e desejo, escritas com a sua ajuda, no decorrer das edições e re-edições da vida.
Não, não sou um objeto, por mais que eu mesma, tenha me comparado a um livro.
Sou uma mulher, que muitas vezes , cedeu à razão e seguiu o coração, se entregando de corpo e alma, mesmo que a entrega ainda que vista do seu ponto, não tenha sido total.
E justamente por entregar-me tanto, dentro do pacote, foi sendo sempre renovada algo essencial para qualquer relacionamento, seja ele qual for: CONFIANÇA.
Confio no que me dizes, fiz a opção por esta altura de nossas vidas, de dar-te minha confiança (não cega, isso é óbvio) , mas a minha doce e essencial confiança.
A verdade é que sim, me lês quando queres, quando estás aberto, quando estás fora de sintonia com o seu mundo e em sintonia com o meu coração. Porém, por vezes, optas por não ler-me, não enxergar-me e pior, fechar-me e colocar-me na estante e deixar com que a poeira me cubra, até que eu resolva me sacudir. Não, não. Não sou um livro, mas tenho linhas, entrelinhas, tenho páginas. Aliás as mais sensíveis, as que afloram amor e desejo, escritas com a sua ajuda, no decorrer das edições e re-edições da vida.
Não, não sou um objeto, por mais que eu mesma, tenha me comparado a um livro.
Sou uma mulher, que muitas vezes , cedeu à razão e seguiu o coração, se entregando de corpo e alma, mesmo que a entrega ainda que vista do seu ponto, não tenha sido total.
E justamente por entregar-me tanto, dentro do pacote, foi sendo sempre renovada algo essencial para qualquer relacionamento, seja ele qual for: CONFIANÇA.
Confio no que me dizes, fiz a opção por esta altura de nossas vidas, de dar-te minha confiança (não cega, isso é óbvio) , mas a minha doce e essencial confiança.
Afinal, depois de tantos testes passados e até acreditados por sua própria indicação, que talvez eu nem a tivesse mais, nada mais justo que demonstrar-te que tenho, fazendo com que confies em mim, também.
O mínimo que posso querer de alguém, que detém a minha confiança, é que me venha retribuir , mesmo que nos pequenos gestos. E você não é alguém! Você não é qualquer um!
O mínimo que posso querer de alguém, que detém a minha confiança, é que me venha retribuir , mesmo que nos pequenos gestos. E você não é alguém! Você não é qualquer um!
Porém, navegas em outros pensamentos e portanto justificas tua falta de uma atitude mínima, mas muito considerável, com a demonstração de fazer-me crer que meu mundo não gira, em torno de suas respostas, ou seus indícios de promessas.
Você sabe, que não é por este ângulo, que vi a situação.O que me machuca é perceber, que maior que a falta de não demonstrar lembrar de mim, é ironizar e fazer-me sentir errada por querer sentir-me importante, lembrada, cuidada, nos pequenos gestos. Saiba que isso é tão ou mais importante, que sentir-se desejada.
Muitas vezes refere-se e até mencionas, que não sabe a pessoa com quem falas, no dia, por não saber qual personalidade, encontras aqui. E eu? O que penso? Num dia, são flores...no outro, o que será? Qual atitude tomarás???
Tudo bem...já passou e mais uma vez, pude ter oportunidade de refletir.
Como não houve nenhum "acontecimento extraordinário", que te fizesses não pensar que já passei por isso tantas vezes e que por confiar e não corresponderes, quebraria mais uma vez, o pequeno cristal de confiança, que sempre cato os caquinhos...tudo bem...
Infelizmente, só a reação do momento é analisada e eu vista como dependente e imatura.
Sinto que cada vez que aproximamo-nos, algo em nós, nos repele.
Como não houve nenhum "acontecimento extraordinário", que te fizesses não pensar que já passei por isso tantas vezes e que por confiar e não corresponderes, quebraria mais uma vez, o pequeno cristal de confiança, que sempre cato os caquinhos...tudo bem...
Infelizmente, só a reação do momento é analisada e eu vista como dependente e imatura.
Sinto que cada vez que aproximamo-nos, algo em nós, nos repele.
Que coisa é essa, que não nos permite, ficarmos em paz um com o outro?
Vai ver, tem que ser assim mesmo...
Vai ver, tem que ser assim mesmo...
Cada um de um lado, cada qual no seu canto, com suas vidas, com seus amores. Afinal, você até, já tem o seu!
E eu que só queria vê-lo, abraçá-lo por alguns segundos, olhá-lo nos olhos e ouví-lo compartilhar um pouco da sua vida, fazendo a saudade desaparecer, compensando o tempo que não nos vimos.
Será que é tão difícil assim, uma tentativa de proximidade, mesmo que amigável?
Por uma parte foi bom, pois consegui perceber que não te influencio em nada MESMO e você por algum motivo, é claro, tem seu livre arbítrio, fez com que esse momento não acontecesse e nem se arrependesse de tal ou lamentasse sinceramente, mesmo que só por saber o que sempre significa para mim, estar ao seu lado.
E eu que só queria vê-lo, abraçá-lo por alguns segundos, olhá-lo nos olhos e ouví-lo compartilhar um pouco da sua vida, fazendo a saudade desaparecer, compensando o tempo que não nos vimos.
Será que é tão difícil assim, uma tentativa de proximidade, mesmo que amigável?
Por uma parte foi bom, pois consegui perceber que não te influencio em nada MESMO e você por algum motivo, é claro, tem seu livre arbítrio, fez com que esse momento não acontecesse e nem se arrependesse de tal ou lamentasse sinceramente, mesmo que só por saber o que sempre significa para mim, estar ao seu lado.
Simplesmente, tudo foi transformando em um simples e fria frase: “ Nada de extraordinário aconteceu... - meu mundo caiu, porque não me ligastes?”.
Sinto muito, por ainda me enxergares tão pequena, diante de algo tão maior: o meu bem querer por ti.
Sinto muito, por ainda me enxergares tão pequena, diante de algo tão maior: o meu bem querer por ti.

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